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Recurso de Marcola contra condenação por roubo chega ao STF; Moraes será o relator

Caso aconteceu em 1998. Defesa aponta que não há provas da participação dele em crime

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Em 2020, Marcola foi levado de helicóptero para realizar exames programados no Hospital de Base (HBDF), em Brasília
Em 2020, Marcola foi levado de helicóptero para realizar exames programados no Hospital de Base  • Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um recurso de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana. Apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), principal facção criminosa do país, ele quer reverter uma condenação por um assalto ocorrido em 1998.

O caso aconteceu em julho de 1998. Ele teria participado de um assalto a uma transportadora de valores na zona oeste de São Paulo (SP). Ao lado de supostos comparsas, ele teria levado R$ 15 milhões na ação. Pelo crime, Marcola foi condenado a 10 anos e 22 dias de prisão.

Essa condenação transitou em julgado em 2003. A defesa dele, feita pelo advogado Bruno Ferullo, tenta reverter a pena. A principal alegação apresentada é que não há provas contra Marcola no processo. Além disso, a defesa aponta que ele é tratado como um “inimigo do Estado”.

Marcola teria participado de um roubo a uma agência do Banco do Brasil, em Cuiabá. O crime teria sido cometido em parceria com outras pessoas. Os acusados se passaram por funcionários da instituição em Brasília. Quem estava na agência foi feito de refém sob ameaça. A quadrilha roubou R$ 6,180 milhões e US$ 199,8 mil.

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É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.

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