5 candidatos a prestar serviço na COP 30 tinham mandado de prisão em aberto

Polícia Federal checou os antecedentes criminais dos profissionais e empresas que prestam serviços no evento

Agente da Polícia Federal

Pelo menos cinco pessoas que se candidataram para prestar serviço na COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, tinham mandados de prisão em aberto. A informação foi divulgada pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (10).

A corporação checou os antecedentes criminais dos profissionais e empresas que prestam serviços no evento, realizado em Belém, no Pará. O trabalho faz parte do plano de segurança montado para a conferência.

Segundo a PF, as verificações cruzam informações em bases de dados criminais e administrativas. Após a checagem, os resultados são encaminhados à coordenação do evento, responsável por adotar as medidas cabíveis.

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Foram pesquisados 25.694 nomes, entre prestadores de serviço, fornecedores e outros profissionais envolvidos nas preparações da COP. Desse total, 725 apresentaram algum tipo de registro negativo.

Já as cinco pessoas identificadas com mandados de prisão em aberto, não chegaram a ser selecionadas para trabalhar no evento.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast “Abrindo o Jogo”, que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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