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AGU quer investigação contra distribuidoras por formação de preço dos combustíveis

Órgão quer apurar indícios de que distribuidores e revendedores não estariam repassando reduções praticadas nas refinarias

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Apesar do preço alto, a venda de combustível teve alta no 1º semestre de 2024 em Minas Gerais
Segundo a AGU, as práticas anticoncorrenciais ocorreriam na formação dos preços da gasolina, do diesel e do GLP • Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Polícia Federal e outros órgãos de controle para que abram uma investigação sobre práticas anticoncorrenciais nos preços dos combustíveis.

O órgão argumenta que há indícios de que os distribuidores e revendedores não estariam repassando ao consumidor as reduções de preços praticadas pelas refinarias.

De julho de 2024 a junho deste ano, foram identificados sete reajustes de preços realizados pela Petrobras: três aumentos e quatro reduções.

Entretanto, quando houve elevação nos valores das refinarias, distribuidores e revendedores teriam repassado integralmente e, em alguns casos, em proporções maiores. Já nas quedas, os repasses foram menores ao aplicado pela refinaria, resultando em lucro extras para os intermediários e prejuízo ao consumidor final.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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