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Como o esporte contribui para o bem-estar e a produtividade nas empresas

Analista de Lazer e Esporte do Sesi Belo Horizonte destaca os benefícios das atividades físicas para a saúde, o clima organizacional e o desempenho dos colaboradores

O esporte tem sido uma estratégia adotada pelas empresas para atingir o bem-estar corporativo

A busca por ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos tem levado empresas a adotarem o esporte como uma estratégia de bem-estar corporativo. Para Leonardo Saraiva, analista de Lazer e Esporte do SESI de Belo Horizonte, o incentivo à prática esportiva vai muito além da saúde física, trata-se de um investimento em motivação, engajamento e qualidade de vida.

“No Sesi entendemos o esporte como um importante aliado da saúde e do bem-estar. A prática regular de atividades físicas contribui para a redução do estresse, melhora a qualidade do sono, aumenta a disposição e fortalece o sistema imunológico”, afirma Leonardo em entrevista à Itatiaia.

De acordo com ele, os efeitos positivos são rapidamente percebidos no dia a dia dos colaboradores, que se tornam mais preparados para lidar com os desafios do trabalho.

Mais do que atividade física

A escolha das atividades esportivas dentro das empresas deve considerar o perfil dos colaboradores e os objetivos da organização. De acordo com Leonardo, “as atividades mais recomendadas são aquelas que favorecem a participação coletiva, o fortalecimento de vínculos e a inclusão.”

Esportes coletivos como futsal, vôlei, basquete e handebol são excelentes alternativas, além de práticas como corrida orientada, treinos funcionais e programas de qualidade de vida. E os resultados desse investimento são concretos.

“Pesquisas mostram que empresas que incentivam o esporte colhem benefícios como maior produtividade, menor índice de afastamentos, melhoria do clima organizacional e maior retenção de talentos”, afirma. Ele ressalta ainda que trabalhadores fisicamente ativos tendem a ter melhor concentração, criatividade e capacidade de resolução de problemas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, apontam que colaboradores ativos apresentam melhor saúde mental, maior disposição e melhor desempenho profissional. Já uma pesquisa publicada pela Harvard Business Review, em 2014, mostrou que pessoas que praticam exercícios físicos relataram maior satisfação e melhor humor em comparação às sedentárias.

Inclusão e pertencimento: engajar é preciso

Para envolver também os colaboradores que não têm o hábito de praticar esportes, Leonardo recomenda estratégias inclusivas. “O segredo é criar oportunidades acessíveis e inclusivas. Programas de iniciação esportiva, atividades de baixo impacto, desafios coletivos e ações de sensibilização ajudam a engajar quem ainda não tem o hábito”, explica.

O especialista destaca ainda que o esporte impacta positivamente a cultura organizacional, promovendo empatia, senso de pertencimento e cooperação.

“O esporte contribui para o fortalecimento de vínculos sociais, melhora a comunicação e desenvolve a empatia. Além disso, promove o respeito e a superação de desafios coletivos, aspectos essenciais para um clima organizacional positivo”, conclui.

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Erem Carla é jornalista com formação na Faculdade Dois de Julho, em Salvador. Ao longo da carreira, acumulou passagens por portais como Terra, Yahoo e Estadão. Tem experiência em coberturas de grandes eventos e passagens por diversas editorias, como entretenimento, saúde e política. Também trabalhou com assessoria de imprensa parlamentar e de órgãos de saúde e Justiça. *Na Itatiaia, colabora com a editoria de Indústria.