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Os pedidos são para implementar uma série de contramedidas econômicas que nunca foram utilizadas antes, conhecidas como “Instrumento Anticoerção”, como resposta do bloco às ameaças do republicano. No sábado (17),
- 1º de fevereiro: Dinamarca, Noruega, Suécia, França Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia sofrerão uma sobretaxa de 10% em todos os produtos exportados para os EUA.
- 1º de junho: A tarifa será elevada para 25%, permanecendo em vigor até que um acordo de “compra completa e total” do território seja concretizado.
O “Instrumento Anticoerção” foi adotado em julho de 2023 pela União Europeia, sendo um mecanismo para responder a qualquer país que faça ameaças comerciais para pressionar algum dos 27 Estados membros do bloco. A ativação deste mecanismo pode, por exemplo, impor limites às importações de um país ou acesso a determinados mercados, com bloqueio de investimentos.
Todos os países mencionados pelo americano enviaram
O Chipre, detentor da presidência rotativa semestral da UE, convocou embaixadores para uma reunião de emergência em Bruxelas neste domingo (18).
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Membros do Parlamento Europeu criticam medidas de Trump
Nas redes sociais, membros do Parlamento Europeu criticaram as novas medidas tarifárias de
O membro do Parlamento Europeu, Bernd Lange, classificou as novas tarifas americanas como “inacreditáveis” e “inaceitáveis”.
“As novas tarifas americanas para vários países são inacreditáveis. Não é assim que se tratam os parceiros. Uma nova linha foi cruzada. Inaceitável. O presidente dos EUA está usando o comércio como instrumento de coerção política. A UE não pode simplesmente voltar a fazer negócios como se nada tivesse acontecido”, afirmou Lange.
“Solicito: 1. A suspensão dos trabalhos do Parlamento Europeu sobre a implementação do acordo de Turnberry até que os EUA cessem as suas ameaças. 2. O Instrumento Anticoerção (ACI), concebido precisamente para casos como este, deve ser agora utilizado. Apelo à Comissão Europeia para que o ative imediatamente. (2/3)”, acrescentou.
Já Roberta Metsola, também membro do Parlamento Europeu, disse que a
Resposta da União Europeia
Uma fonte próxima ao presidente
A primeira-ministra italiana, Giorgina Meloni, líder mais próxima de Trump, caracterizou a ameaça de tarifas como “um erro” e afirmou que havia falado o que pensava sobre o assunto com o republicano anteriormente.
Ela planejava conversar com outros líderes europeus ainda neste domingo. A Itália não enviou tropas para a Groenlândia.
Grã-Bretanha
A Secretária de Cultura do Reino Unido, Lisa Nandy, disse que os aliados precisavam trabalhar com os Estados Unidos para resolver a disputa.
“Nossa posição sobre a Groenlândia é inegociável... É do nosso interesse coletivo trabalhar juntos e não iniciar uma guerra de palavras”, disse ela à Sky News.
Por que Trump quer a Groenlândia?
A localização estratégica e os recursos da Groenlândia poderiam beneficiar os EUA. A região fica na rota mais curta da Europa para a América do Norte, o que pode ser crucial para o sistema de alerta de mísseis balísticos do país, por exemplo.
A expansão militar na ilha ártica pode incluir a instalação de radares para monitorar as águas entre a ilha, a Islândia e a Grã-Bretanha, utilizadas por navios da marinha russa e submarinos nucleares.
* Com informações da CNN Brasil.