Após Trump informar que encontraria o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, o colombiano confirmou que a reunião entre os representantes foi agendada para o dia 3 de fevereiro. A agenda surgiu a partir de uma crescente tensão entre os presidentes que
Em meio a escalada de tensão no Caribe com as ofensivas americanas e a repercussão internacional, Trump realizou ameaças à Gustavo Petro, a quem chamou de “homem doente” e falou que uma intervenção militar na Colômbia “soa bem”.
Como resposta, Petro pediu para Trump parar de o caluniar e completou: “Não é assim que se ameaça um presidente latino-americano que surgiu da luta armada e, depois, da luta pela paz do povo da Colômbia”.
Durante sua primeira conversa bilateral, os mandatários se comprometeram a realizar ações conjuntas para combater o tráfico de drogas na Colômbia, em especial o Exército de Libertação Nacional (ELN), uma guerrilha que opera na fronteira com a Venezuela.
O governo Trump retirou em 2024 a certificação da Colômbia como aliado no combate às drogas por considerar insuficientes os esforços do país sul-americano para deter o tráfico em direção aos Estados Unidos.
Washington também cancelou o visto de Petro na ocasião. A Colômbia é o principal produtor de cocaína do mundo, mas Petro garante que, durante o seu governo, houve um recorde de apreensões dessa droga.
“Finalmente há uma comunicação que permite que o presidente e as autoridades dos Estados Unidos saibam realmente o que está acontecendo com a luta que temos travado neste governo contra os narcóticos”, disse Petro nessa quarta (14).
(Sob supervisão de Larissa Ricci)