Os reis da Espanha, visitaram nesta terça-feira (20) a região da Andaluzia, onde
Vestidos de luto, Felipe VI e Letizia se aproximaram do local do acidente, onde estão os destroços dos veículos. As buscas por mais corpos continuam no local.
Em seguida, eles visitaram um hospital para conversar com feridos e familiares, “com a vontade de transmitir-lhes o carinho de todo o país, porque foi um impacto muito forte, foi um golpe”, disse o monarca.
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Um novo corpo foi localizado em um dos vagões no fim da tarde. Agora, o balanço totaliza 42
O ministro dos Transportes, Óscar Puente, afirmou que o número definitivo de mortos pode acabar se aproximando das denúncias de desaparecidos (43).
“O que é preciso fazer é cruzar os desaparecidos ou as denúncias de desaparecimento com os mortos e ontem, ao menos no fim do dia, o número era mais ou menos coincidente”, explicou à rádio Onda Cero.
O acidente
O
Um trem da operadora privada Iryo descarrilou, quando fazia a rota entre as cidades de Málaga e Madri, com cerca de 300 pessoas a bordo, e colidiu com um outro trem da companhia pública Renfe, que seguia da capital para Huelva, no sudoeste, transportando 184 passageiros.
A investigação aponta que os vagões traseiros do Iryo descarrilaram e, em seguida, o outro trem que vinha em sentido contrário colidiu contra eles.
“A locomotiva do trem que circulava de Madri a Huelva impactou, isso é o que sabemos até o momento, com um ou vários desses carros que haviam se atravessado”, explicou durante a madrugada o ministro dos Transportes, Óscar Puente. O impacto foi tão violento que os dois primeiros vagões do Madri–Huelva foram arremessados, indicou.
A empresa Iryo informou que o trem foi fabricado em 2022 e que sua "última revisão foi realizada em 15 de janeiro.”
* Com informações da AFP.