O homem que
O julgamento do assassinato que chocou o Japão foi longo e durou anos. Uma influente seita religiosa se tornou o centro das atenções neste período.
Tetsuya Yamagami
Shinzo Abe havia renunciado ao cargo de primeiro-ministro dois anos antes por motivos de saúde, mas continuava politicamente ativo.
O condenado foi preso no local do crime e indiciado um ano depois. Ele teria afirmado que cometeu o crime porque estava irritado com Abe por acreditar que ele teria vínculo com a Igreja da Unificação, criada na Coreia do Sul. Ele acusou a igreja de ter provocado a falência de sua família.
*Com CNN