Hamas discute cessar-fogo após apelo de Donald Trump

Presidente dos EUA declarou que Israel apoiaria uma trégua de 60 dias no território palestino após quase 21 meses de guerra

‘Tenho mais medo da fome e das doenças que dos bombardeios’, diz civil em Gaza

O grupo islamista Hamas declarou, nesta quarta-feira (2), que estava analisando as propostas de cessar-fogo em Gaza, encaminhadas por mediadores, depois de um apelo feito presidente dos EUA, Donald Trump.

Após quase 21 meses de guerra e crise humanitária para mais de dois milhões de pessoas em Gaza, Trump disse que Israel asseguraria uma trégua de 60 dias no território palestino.

Recentemente, na última terça-feira (1º) o presidente norte-americano prometeu manter uma postura “mais firme” com Netanyahu, primeiro ministro israelense, sobre o cessar-fogo.

Em resposta, o movimento islamista disse, segundo a AFP, também nesta quarta-feira (2), que estava realizando consultas nacionais para discutir as propostas e que o objetivo é “alcançar um acordo que garanta o fim da violência, a retirada de Israel de Gaza e a ajuda urgente ao nosso povo na Faixa de Gaza”.

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Reféns

O ministro israelense de Relações Exteriores, Gideon Saar, pediu que se aproveitasse a oportunidade para libertar os reféns em Gaza. O exército israelense afirma que 49 reféns permanecem em cativeiro, dos quais acredita-se que 27 tenham morrido.

Trump

Apesar de algumas lideranças israelenses de extrema direita se posicionarem contra ao cessa-fogo, Trump afirmou, através de sua plataforma Truth Social, que Israel aceitou os termos de um cessar-fogo de 60 dias.

Ele acrescentou “Espero, pelo bem do Oriente Médio, que o Hamas aceite este acordo, porque (caso contrário, a situação) não melhorará, só piorará".

Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo

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