Os bombardeios realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o
Entre as vítimas, estão 176 crianças mortas e 115 feridas. A maioria delas estava em uma escola primária atingida por um ataque na cidade de Minab, no sul do país. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram prédios destruídos e veículos queimados.
Segundo a Folha de S.Paulo, as imagens foram verificadas e são compatíveis com a localização da escola, que fica perto de um centro da Guarda Revolucionária.
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As Forças de Defesa de Israel afirmaram não ter informações sobre operações nessa área. Já o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom) disse ao jornal The New York Times que apura um episódio envolvendo possíveis “danos a civis”.
Nessa segunda-feira (2), a Hrana confirmou mais 85 mortes de civis e informou que mantém 579 ocorrências — entre mortes e feridos — sob análise. Ao todo, a ONG contabilizou 28 alvos atingidos, incluindo instalações militares, duas áreas residenciais em Teerã, uma mesquita em Karaj e um prédio do governo regional em Rey, na região metropolitana da capital.
Crise no Oriente Médio
O cenário de guerra aberta intensificou-se no último sábado (28), quando as forças norte-americanas e israelenses iniciaram uma ofensiva aérea contra o território iraniano, motivada por tensões envolvendo o programa nuclear do país.
Em represália, o governo persa lançou ataques contra países vizinhos que abrigam bases militares dos Estados Unidos, incluindo Bahrein, Jordânia e os Emirados Árabes Unidos. A confirmação da morte de Khamenei, anunciada no domingo, elevou a retórica de guerra, com o presidente Masoud Pezeshkian declarando que a vingança é um “direito e dever legítimo”, prometendo a maior ofensiva da história do Irã.
Do lado ocidental, o
Segundo Trump, o objetivo das operações militares é alcançar a paz no Oriente Médio e no mundo, enquanto as agressões mútuas persistem e colocam a comunidade internacional em estado de alerta máximo.