O Ministério Público de Portugal forneceu, nesta segunda-feira (5), detalhes brutais sobre o
O crime, ocorrido em 5 de dezembro do ano passado, só foi desvendado semanas depois, quando o corpo foi localizado em uma área isolada no dia 18 de dezembro.
A
De acordo com o órgão acusador, a relação entre Lucinete, que trabalhava como empregada doméstica e babá, e sua empregadora era atravessada por constantes conflitos, embora a motivação específica para o homicídio ainda não tenha sido detalhada.
A reconstrução dos fatos aponta que, no dia do crime, a investigada teria oferecido uma carona a Lucinete sob o pretexto de levá-la para casa. No entanto, o trajeto foi desviado para um local ermo, onde as agressões fatais ocorreram.
Após confirmar o óbito, a patroa teria ocultado o cadáver utilizando entulho para encobri-lo. Em uma tentativa de despistar as autoridades e familiares, a suspeita utilizou o celular da vítima para enviar mensagens fingindo ser Lucinete, alegando que teria viajado para o Algarve com uma amiga, estratégia usada para retardar o registro do desaparecimento.
Lucinete Freitas era natural de Aracobaia, no interior do Ceará, e residia sozinha em Portugal. A família relatou que ela trabalhava com o objetivo de economizar recursos para levar o marido e o filho para morarem com ela no país europeu. O caso segue sob investigação da polícia de Amadora para o encerramento do inquérito e posterior julgamento.
Com informações de Estadão Conteúdo