Ataques dos EUA e de Israel ao Irã deixam 201 mortos e 747 feridos

Bombardeios atingiram 24 das 31 províncias iranianas; ONU pede cessar-fogo imediato

Esta imagem, capturada da televisão estatal iraniana e transmitida em 28 de fevereiro de 2026, mostra o que a emissora afirma ser o local dos ataques mortais dos EUA e de Israel contra uma escola primária feminina em Minab, na província de Hormozgan, no sul do Irã, perto da estratégica rota marítima do Estreito de Ormuz

Mais de 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas após os ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, segundo a Sociedade Crescente Vermelho e informações divulgadas pela Al Jazeera.

Entre as vítimas está o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, cuja morte foi confirmada pela mídia estatal do país e também pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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De acordo com veículos iranianos, também morreram nos bombardeios a filha, o genro e a neta de Khamenei, além do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e outros generais de alta patente.

Ao todo, 24 das 31 províncias iranianas foram atingidas. Diante da morte do líder supremo, o governo do Irã decretou 40 dias de luto nacional.Os ataques ocorreram dois dias após uma rodada de negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano, que o governo iraniano afirma ter fins pacíficos.

A ofensiva foi condenada por diversos países, incluindo o Brasil, enquanto a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu cessar-fogo imediato na região.

Apesar da pressão internacional, o presidente Donald Trump afirmou que os bombardeios continuarão “pelo tempo que for necessário” para que os Estados Unidos alcancem o que chamou de paz no Oriente Médio.

Ainda nesta edição do Jornal da Itatiaia, você acompanha mais informações sobre as consequências do ataque conjunto contra o Irã.

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