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O jornal The New York Times, o primeiro a dar essa informação, foi desmentida nas redes sociais pelo
O objetivo, segundo o texto preliminar do decreto, é agilizar “agilizar a execução das missões, projetar a força americana no exterior, reduzir o desperdício, a fraude e o abuso, e alinhar o Departamento com a Doutrina Estratégica ‘Estados Unidos em Primeiro Lugar’”.
A modificação mais importante seria organizar o trabalho diplomático americano em quatro regiões: Eurásia, Oriente Médio, América Latina e Ásia-Pacífico. O atual Escritório para África seria excluído.
No lugar seria criado um “Escritório do Enviado Especial para Assuntos Africanos”, que reportaria ao Conselho de Segurança Nacional interno da Casa Branca e não mais ao Departamento de Estado. “Todas as embaixadas e consulados não essenciais na África Subsaariana serão fechados”, afirma o texto que está sendo avaliado, enquanto todas as missões restantes serão consolidadas sob um enviado especial “por meio de presenças específicos e orientadas para a missão” em questão.
O rascunho do decreto não foi discutido publicamente pelos funcionários. Porém, o texto foi elaborado em meio a uma onda de medidas do presidente Donald Trump para cortar as iniciativas de ‘soft power’ dos EUA que são aplicadas há décadas e questionar as alianças de longa data do país, incluindo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
A iniciativa em discussão foi revelada após o vazamento para a imprensa americana de outro plano, segundo o qual o Departamento de Estado teria seu orçamento reduzido pela metade.
*** Com informações de AFP.