EUA afirmam ter destruído 17 navios em operação contra o Irã

Segundo o comando americano, não há mais navios iranianos navegando no Golfo Pérsico, Estreito de Ormuz e Golfo de Omã

Anúncio foi feito pelo comandante das forças americanas no Oriente Médio, almirante Brad Cooper

O comandante das forças americanas no Oriente Médio, almirante Brad Cooper, afirmou nesta terça-feira (3) que os militares dos Estados Unidos destruíram 17 navios iranianos. A informação foi divulgada em vídeo publicado na rede X, no qual o almirante destacou que os ataques foram realizados por bombardeiros B-2 e B-1.

“Em termos simples, estamos focados em abater tudo o que possa atirar em nós”, disse Cooper. Ele acrescentou que, historicamente, o regime iraniano tem assediado a navegação internacional e que, atualmente, não há “um único navio iraniano navegando no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã”.

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Os comentários do comandante americano ocorrem quatro dias após o início da Operação Fúria Épica, ofensiva dos EUA contra o Irã. Segundo autoridades do Departamento de Defesa, a destruição da marinha iraniana é um dos principais objetivos da operação, que conta com mais de 50 mil soldados e cerca de 200 aeronaves de combate em ação contínua.

O aumento da tensão no Oriente Médio ocorre em meio à retaliação do regime dos aiatolás contra países que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. No domingo, a mídia estatal iraniana informou que o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, morreu durante os ataques conduzidos por EUA e Israel.

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Após a confirmação da morte de Khamenei, autoridades iranianas ameaçaram uma resposta contundente. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país considera a retaliação um “direito e dever legítimo”. Em resposta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu que qualquer ação retaliatória seria recebida com “uma força nunca antes vista”. As tensões entre os países seguem elevadas, com ataques e contra-ataques previstos para continuar.

* Com informações de CNN Brasil

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