Primeira medalha: conheça as esperanças do Brasil nos jogos de inverno
Lucas Braathen e Nicole Silveira são esperanças de feito histórico para o Time Brasil

Apesar da ausência do clima propício e de dificuldades com a infraestrutura, a Ice Brasil, Seleção Brasileira de Esportes de Inverno, tem aumentado sua competitividade nas modalidades de inverno. Nos jogos de Milano-Cortina D'Ampezzo 2026, o Brasil tem duas esperanças que já fizeram história nos esportes de inverno.
Do bobsled ao skeleton, Nicole Silveira já fez história
Nicole começou no bobsled, mas migrou para o Skeleton em 2017 e se tornou um dos destaques do Time Brasil. A atleta já conquistou o segundo melhor resultado da história do Brasil nos Jogos de Inverno em 2022, com um 13º em Pequim.
No ciclo para 2026, a gaúcha somou resultados positivos com bronzes em três oportunidades. As medalhas foram conquistadas nas etapas da Copa do Mundo de 2024, 2025 e 2026, em PyeongChang , e duas vez em St. Mortiz respectivamente.
De promessa norueguesa à jóia brasileira
Um dos destaques do esqui alpino mundial, Lucas Pinheiro Braathen chega aos jogos de 2026 como um dos nomes favoritos a conquistar a primeira medalha brasileira da história. O atleta com nacionalidade norueguesa e brasileira já fez história na modalidade pela seleção norueguesa, mas se aposentou em 2023, antes de passar a defender a bandeira do Brasil.
Lucas conquistou a medalha de ouro no slalom gigante na Copa do Mundo de Esqui Alpino na Áustria em 2020/21, com apenas 20 anos. Pelo Brasil, Lucas já conquistou 3 pódios entre o slalom e slalom gigante. Em 2025, ele conquistou a primeira vitória brasileira numa etapa de Copa do Mundo de Esporte Olímpico de Inverno ao vencer a etapa de slalom em Levi, na Finlândia.
Graduando em jornalismo pela UFJF, Michel Santos é estagiário da Itatiaia em Juiz de Fora. Apaixonado por esportes, videogames e fã aficcionado de automobilismo.



