A diretoria do
Desde a abertura da janela de transferências, o foco de Alexandre Mattos e seus pares é reforçar o setor ofensivo. Não por acaso, o clube contratou Rony e Gabigol. Ainda assim, a diretoria busca ao menos mais um jogador de velocidade, a pedido do técnico Juan Pablo Vojvoda.
Outra preocupação recorrente sempre foi o meio-campo, especialmente a busca por um nome mais criativo. O Santos, vale lembrar, chegou a ter negociações avançadas com o Independiente, da Argentina, por Felipe Loyola, que acabou transferido para o Pisa, da Itália.
Os resultados e o desempenho neste início de temporada, porém, fizeram com que os dirigentes passassem a olhar com mais atenção para a situação defensiva.
Adonis Frías e Zé Ivaldo, que iniciaram a temporada como titulares, também apresentam oscilações. Zé Ivaldo, em especial, foi bastante criticado pelo desempenho no empate por 1 a 1 com o Corinthians, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista.
Outra opção do elenco é Luan Peres, que perdeu espaço com Vojvoda, mas segue na rotação. Situação diferente da de João Basso, que ainda não atuou em 2026.
Os números defensivos reforçam o alerta. Em sete jogos na temporada, o Santos sofreu dez gols — seis deles nas duas últimas partidas, contra Chapecoense e São Paulo.
Diante desse cenário, a diretoria volta seus olhos ao mercado em busca de zagueiros. Além de repor uma eventual saída de Alexis Duarte, o clube entende que precisa de um nome de maior confiança para o setor.
O Santos volta a enfrentar o São Paulo nesta quarta-feira (4), às 20 horas (de Brasília), na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.