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Subsídio de R$ 0,44 na gasolina custará R$ 1,2 bilhão até agosto

Medida, que venceria neste sábado (25), foi prorrogado e busca conter a alta dos preços em meio à escalada do conflito no Oriente Médio

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Órgãos de fiscalização fecham o cerco contra aumentos abusivos nos combustíveis
Subsídio busca conter disparada no preço em meio a crise no petróleo • Rovena Rosa/Agência Brasil

O Ministério da Fazenda prorrogou, por mais 30 dias, a subvenção de R$ 0,44 sobre o litro da gasolina. Segundo informações repassadas pela pasta ao CNN Money, a medida terá um custo estimado de R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos.

"A despesa total estimada com a prorrogação da vigência do subsídio por mais um mês é de R$ 1,2 bilhão, e não há impacto fiscal nos exercícios financeiros subsequentes", disse o ministério. Para estender o benefício, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, assinou uma nova portaria que passa a valer neste domingo (26).

A decisão de estender o benefício surge em um cenário de alta nos preços do petróleo, impulsionada pela escalada do conflito no Irã. Nesta quinta-feira (23), os contratos futuros do petróleo tipo Brent atingiram US$ 100, o maior patamar desde o fim de maio.

No final de junho, o governo federal iniciou a retirada gradual dos subsídios concedidos aos combustíveis, processo que incluiu o fim da subvenção de R$ 0,35 por litro do diesel em 1º de julho. Havia expectativa de que o subsídio da gasolina também fosse encerrado, especialmente com o avanço de um acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

Contudo, a retomada dos ataques entre os dois países voltou a pressionar os preços do petróleo, levando o governo brasileiro a reforçar a cautela e a optar pela prorrogação do subsídio da gasolina.

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