Mais de cinco mil produtos brasileiros negociados entre a
Segundo um levantamento da
Ainda conforme o levantamento, atualmente, os acordos preferenciais de livre comércio do Brasil cobrem apenas 85 das importações de bens e, com a aprovação do Mercosul-UE, o percentual pode saltar para 36%.
A CNI apontou que a assinatura do acordo é um marco histórico para o fortalecimento da indústria brasileira e também para a diversificação da pauta exportadora e a integração internacional do país ao comércio global.
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O que é o acordo Mercosul-UE?
Negociado desde 1999, o tratado entre União Europeia e Mercosul busca criar a maior área de comércio do mundo, reunindo cerca de 718 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de 22 trilhões de dólares.
O acordo prevê tarifas reduzidas ou zeradas para uma série de setores industriais e agrícolas, de acordo com as especificidades de cada mercado. Na parte do Mercosul, a oferta é de uma ampla liberalização tarifária de uma cesta de produtos.
Apenas uma parcela reduzida dos bens negociados entre os dois blocos estão sujeitos a alíquotas ou tratamentos não tarifários. Para o setor automotivo, por exemplo, estão em negociação condições especiais para veículos elétricos, movidos a hidrogênio e novas tecnologias em um período de 18, 25 e 30 anos.