A
Segundo a Febraban, os golpistas usam a técnica de “spoofing” de telefone, quando mascaram o número de origem da ligação, fazendo parecer que a chamada vem do banco ou até mesmo da agência do cliente. Eles alegam que há descontos indevidos na conta corrente, clonagem de cartão ou a necessidade de fazer uma atualização de segurança.
Banco do Brasil lança o Pix na Argentina e quer expandir a ferramenta Saneamento, rodovias e energia lideram ciclo de investimentos em infraestrutura
“Nenhum gerente ou funcionário de banco pede senhas, dados financeiros e muito menos que ele faça uma transação bancária para resolver supostos problemas na conta. Se receber este tipo de contato, encerre-o na hora. Se tiver dúvidas, contacte os canais oficiais do banco”, disse Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.
Ainda de acordo com a instituição, os bancos não solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, pagamentos ou estornos de transações. “Quando um representante do banco entra em contato com o cliente, já detém todas as informações necessárias para informar o cliente ou confirmar uma transação”, afirma.
A Febraban ainda orienta os clientes a nunca fornecerem ou digitarem informações durante uma ligação, ou até mesmo acessem links enviados em e-mails. Senhas pessoais, assim como códigos ou tokens fornecidos pelos aplicativos, são de uso pessoal, intransferível e exclusivos para uso do cliente no aplicativo da instituição.