A dor de um pai que perdeu a filha para a violência nunca passa. O jornalista Eduardo Costa relembra relatos marcantes de pais que perderam filhas para o feminicídio.
Um deles contou que havia pedido apenas que o então namorado respeitasse a filha. No dia seguinte ao término do relacionamento, a jovem de 22 anos foi assassinada a facadas.
Outro caso citado foi o da promotora Lorenza Maria Silva de Pinho, morta pelo marido. Cinco anos depois, segundo o pai, a dor continua a mesma.
Histórias que escancaram uma pergunta difícil de responder: como a violência contra a mulher ainda destrói tantas famílias?
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