Onda de prisão nos EUA não atingirá Eduardo Bolsonaro, afirmam aliados
Deputado afirma que governo americano considera o ex-parlamentar um 'perseguido político'

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que não há temor de que a onda de prisões do ICE, polícia migratória dos Estados Unidos, atinja o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que vive no Texas.
No último final de semana, foi preso Jonatas Esdras dos Santos, empresário mineiro apontado como uma das lideranças das manifestações em portas de quartéis que culminaram no dia 8 de janeiro.
Detenções seguidas
Dois dias depois, Alexandre Ramagem, ex-deputado federal condenado por tentativa de golpe no mesmo processo que Jair Bolsonaro, também foi preso.
Aliados do ex-presidente, como o deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG), alegam que Ramagem não está preso, mas foi detido por "uma infração de trânsito".
Nesse contexto, segundo ele, o ICE teria sido chamado como procedimento protocolar. A oposição se organiza para pedir ao governo americano asilo político para o ex-deputado.
Segundo Caporezzo, o governo americano tem ciência da situação de Eduardo e trata o brasileiro como “um perseguido político”.
Ao perder o mandato na Câmara Federal, por falta, Eduardo Bolsonaro também perdeu seu passaporte diplomático. O governo dos Estados Unidos não informa se o ex-parlamentar tem visto ativo ou asilo político no país.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



