A quantidade de atendimentos e internações de animais devido à queima de fogos de artifício aumentou 20% em Minas Gerais. Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG) o aumento foi registrado pelos hospitais e clinicas veterinárias do estado, na noite de Réveillon.
Segundo o presidente do CRMV-MG, Bruno Divino, a maioria dos casos foram de traumas por atropelamento, fraturas, cortes superficiais, brigas e convulsões causadas principalmente pelo susto com o barulho da queima de fogos de artifício. As luzes e os barulhos dos artefatos representam um estímulo visual e sonoro para diversos animais.
Muitos donos de ‘pets’ divulgaram fotos de animais que fugiram na noite da virada e seguem desaparecidos.
Na Grande BH, um cachorro, que estava sozinho durante a virada de ano, se assustou com a queima de fogos de artificio e acabou
Em nota à Itatiaia, a Prefeitura de BH informou que foram registradas cinco reclamações de moradores na noite de Réveillon. Quatro delas não resultaram em ação fiscal em decorrência da insuficiência de dados dos endereços.
A fiscalização respondeu a uma denúncia sobre uma churrascaria da região da Pampulha que realizava a soltura de fogos de artifício com barulho. Em decorrência da falta de flagrante da irregularidade, a equipe de fiscalização de controle urbanístico e ambiental emitiu auto de advertência para os responsáveis pela churrascaria. A lei dispõe que a multa só pode ser aplicada mediante flagrante.
Lei
Desde 2022 é proibido o manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifício em Belo Horizonte, segundo a
De acordo com
Além de Belo Horizonte, capitais como Macapá (AP), Fortaleza (CE), Recife (PE), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) têm restrições para a queima de fogos.