A expectativa é que o comércio de Belo Horizonte movimente cerca de R$ 15 milhões durante o Carnaval. Os dados fazem parte de uma pesquisa divulgada pela Fecomércio Minas nesta segunda-feira (26).
Segundo o levantamento, 65,8% dos comerciantes avaliam o Carnaval como uma data muito positiva para as vendas. A economista da Fecomércio, Fernanda Gonçalves, explica que o aumento da circulação de pessoas e a presença de turistas impactam diretamente o movimento nos estabelecimentos.
Leia também:
“A gente consegue observar que 65,8% dos comerciantes avaliam o Carnaval como uma data comemorativa muito positiva. Eles acreditam que o maior movimento de pessoas pelos estabelecimentos, somado à chegada de turistas, faz toda a diferença nesse período”, afirma.
De acordo com Fernanda, os segmentos mais beneficiados são supermercados, padarias e distribuidoras de bebidas, que funcionam todos os dias e sentem diretamente o aumento da circulação urbana.
“Os segmentos que tendem a se beneficiar mais com o Carnaval são supermercados, padarias e distribuidoras de bebidas, que são diretamente impactados pelo aumento da circulação urbana”, explica.
A economista destaca ainda que o Carnaval vai além dos dias oficiais de folia e movimenta diferentes setores já no pré-Carnaval, como a venda de fantasias, acessórios e bebidas.
“O Carnaval hoje é mais do que uma data festiva. Ele movimenta diversos setores. Tem o pré-Carnaval, com a venda de acessórios, fantasias e bebidas, e depois o período da festa, com as pessoas consumindo nas ruas”, diz.
Em relação às formas de pagamento, o Pix aparece como o meio mais utilizado, seguido do cartão de crédito, principalmente por permitir parcelamento e melhor organização do orçamento.
“O Pix aparece em primeiro lugar porque o consumidor consegue organizar melhor as compras e encaixar dentro do orçamento. O cartão de crédito vem em seguida como um dos meios mais utilizados”, completa.