Caso Orelha: Ministério Público pede exumação do corpo do cachorro para novas perícias

Promotorias de Santa Catarina que atuam no caso apontam necessidade de complementação das investigações acerca da dinâmica da morte do animal

Cão Orelha foi agredido em Santa Catarina

O caso do cachorro comunitário Orelha ganhou um novo capítulo nessa segunda-feira (9). O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou a exumação, procedimento legal e sanitário de desenterrar restos mortais após o período de decomposição do corpo do animal para uma nova perícia.

As Promotorias de Justiça que atuam no caso alegam a necessidade de diligências complementares para aprofundar as investigações acerca da dinâmica da morte do animal.

Além da exumação de Orelha, a 2ª Promotoria de Justiça solicitou novos depoimentos para apurar se houve ou não coação no curso do processo relacionado à morte do cachorro.

A nova fase da investigação também vai analisar quatro boletins de ocorrência circunstanciados. Diante disso, serão revisados vídeos que tratam de atos infracionais, além de registros envolvendo os cães.

A promotoria estipulou prazo de 20 dias, a contar do recebimento dos autos, para o cumprimento das diligências requisitadas. Após as novas informações recolhidas, o material será analisado pelas Promotorias de Justiça, que irão adotar as providências cabíveis.

O caso segue em segredo de Justiça, por investigar a ação de adolescentes.

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Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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