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De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Belo Horizonte contabiliza até o momento 55 casos confirmados de dengue, além de 993 notificações que ainda aguardam resultado de exames laboratoriais.
O diretor de Zoonoses da Prefeitura de Belo Horizonte, Eduardo Viana, lamentou o óbito e reforçou a gravidade das arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
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“É um caso extremamente triste, que nos deixa muito preocupados, mas serve de alerta em relação à gravidade tanto da dengue quanto da chikungunya e da zika, e à necessidade de atuarmos de forma preventiva”, afirmou.“
A principal ação preventiva, embora agora tenhamos também a entrada dos esquemas vacinais para a dengue, continua sendo o combate ao mosquito transmissor. O papel de cada um de nós, população e prefeitura, é fundamental”, completou.
Segundo Eduardo Viana, o cenário climático atual favorece a proliferação do mosquito transmissor.
“Desde o início da primavera, as equipes estão de forma intensificada fazendo o trabalho orientativo, com vistorias nos imóveis e levando informação específica para cada local visitado”, explicou.
Ele reforçou a importância de a população permitir a entrada dos agentes de endemias.
“Mesmo que aparentemente a casa não tenha problema, os agentes têm capacidade de identificar focos que podem fugir da visão do morador. Por isso, é fundamental receber esses profissionais, que estão devidamente identificados e uniformizados”, disse.
Além das ações da prefeitura, o diretor destacou que a colaboração dos moradores é essencial no combate à dengue.
“Existem locais inusitados que podem servir de criadouro, como pneus, vasos de plantas, tampinhas de garrafa. É preciso verificar o imóvel e também observar o ambiente fora de casa”, ressaltou.
A orientação é que possíveis focos do mosquito sejam denunciados pelos canais oficiais da prefeitura, como o Portal de Serviços da PBH, o aplicativo PBH App ou pelo telefone 156.