O filho de
Além da obstrução, a polícia investiga outras possíveis participações do filho no assassinato de Daiane. A suspeita da polícia é que o homem possa ter ajudado o síndico a ocultar o cadáver da vítima.
“O filho passou a obstruir a investigação policial, auxiliando o pai a destruir as provas. Tanto que ele fez, porque substituiu o telefone que ele usava até então por um aparelho novo. Por essa obstrução, por atrapalhar a investigação policial, foi decretada a prisão temporária dele. Ao decorrer dessa prisão cautelar é que vai se desvendar se foi só essa obstrução à investigação ou se ele promoveu, além disso, outro auxílio material na prática, principalmente da ocultação do cadáver”, afirmou o Delegado João Paulo Ferreira Mendes.
A prisão
A Polícia Civil de Goiás prendeu, durante a madrugada desta quarta-feira (28), dois homens que estariam envolvidos no assassinato da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos. Os suspeitos são o síndico do prédio onde a vítima morava, e foi vista pela última vez, Cleber Rosa de Oliveira, de 50 anos, e o filho dele, Michael Douglas de Oliveira.
Após ser preso, o síndico
Além do síndico e do filho, o porteiro do prédio onde o suspeito e vítima moravam também foi encaminhado à delegacia intimado a prestar depoimento. A polícia investiga se o homem também teria participação no crime.
Veja momento em que síndico chega à delegacia
Veja! Suspeito de matar corretora mineira em Goiás chega à delegacia em silêncio
— Itatiaia (@itatiaia) January 28, 2026
📲 Leia mais em https://t.co/ze8WN7tHaV
📹 @tudoemgoianiaa | Vídeo cedido à Itatiaia pic.twitter.com/TL1JSmquD1
Desaparecimento e crime
Daiane Alves Souza foi vista pela última vez
Em seguida, ela desce ao subsolo e desaparece das gravações. A mãe afirmou que a filha não foi vista saindo do prédio nem retornando e destacou que o carro da corretora estava em Uberlândia.
No mesmo dia, ela registrou boletim de ocorrência e procurou a filha em hospitais e unidades de saúde da cidade.
Histórico de brigas
A vítima e o síndico já tinham um longo histórico de desentendimentos. O homem, inclusive, já teria agredido Daiane em outras ocasiões. A mulher já havia denunciado o suspeito ao Ministério Público.
De acordo com a denúncia, ele perseguia Daiane de forma reiterada, com ameaças à integridade física e psicológica, restringindo a liberdade de locomoção e perturbando a privacidade da vítima.
Ainda segundo o MP, a perseguição começou em janeiro de 2024, após Daiane — que administrava apartamentos da mãe no condomínio — realizar uma locação acima do número permitido de hóspedes.