Caso Ruy Fontes: quarto suspeito de participar da morte do ex-delegado-geral é preso
De acordo com a Polícia, o preso é o dono do imóvel em Praia Grande, no litoral de São Paulo, que teria sido utilizada pelos suspeitos antes do crime

O quarto suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz foi preso na madrugada deste domingo (21). Identificado como William Silva Marques, o preso é apontado como dono do imóvel em Praia Grande, no litoral de São Paulo, que teria sido utilizado pelos suspeitos antes do crime.
Em diligências, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão neste mesmo imóvel e em outros endereços ligados ao homem, com o objetivo de descobrir por quem a casa foi alugada.
Com a prisão de William, sobe para três o número de suspeitos de participar da morte do ex-delegado presos. Ao todo, a Secretária de Segurança Pública de São Paulo identificou seis suspeitos de envolvimento na execução.
Morte do ex-delegado
A Secretaria de Segurança Pública informou, nesse sábado (20), que já identificou seis suspeitos de envolvimento na execução do ex-chefe da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes. Dos seis, quatro já estão presos.
Os dois primeiros suspeitos identificados foram Flávio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva, conhecido como “Masquerano” no PCC.
Logo depois, a polícia identificou Dahesly Oliveira Pires, de 25 anos, que possui passagem criminal por tráfico de drogas. Ela prestou depoimento no DHPP e logo depois teve o pedido de prisão decretado.
Foi Dahesly, segundo os agentes, quem transportou um fuzil usado no crime de Praia Grande, no litoral, para Diadema, na Grande São Paulo.
Depois, a polícia descobriu Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, que teve a prisão temporária decretada nesta quinta-feira (18). Seria ele quem mandou e organizou o transporte do fuzil com Dahesly. Ele também é suspeito de ter dirigido anteriormente o carro que foi utilizado no crime.
Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como Fofão, foi preso na manhã desta sexta-feira (19). Ele foi encontrado em São Vicente, na Baixada Santista, e levado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento.
“Azul” ou “Colorido”
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, disse que não descarta a possibilidade de envolvimento no assassinato de um líder do PCC que recentemente foi solto do sistema prisional.
Fernando Gonçalves dos Santos, o “Azul” ou “Colorido”, é apontado como um líder da facção e responsável por coordenar o tráfico na Baixada Santista. Ele deixou há cerca de um mês a Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
*Com informações da CNN
(Sob supervisão de Cândido Henrique Silva)
Jornalista formada pelo UniBH, é apaixonada pelo dinamismo do factual e pelo poder das histórias bem narradas. Com trajetória que inclui passagens pelo Sistema Faemg Senar, jornal Estado de Minas e g1 Minas, possui experiência em múltiplas plataformas e linguagens. Atualmente, integra a redação da Rádio Itatiaia, onde acompanha os principais acontecimentos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.




