A montadora alemã Porsche lamentou, em nota, a morte do motociclista Pedro Kaique Figueiredo, de 21 anos, que foi atropelado por um veículo da marca na última segunda-feira (29). Esse foi o terceiro acidente grave envolvendo um carro da fabricante nos últimos nove meses, incluindo o caso de um DJ sem CNH que bateu a mais de 200 km/h na avenida Barão Homem de Melo, em Belo Horizonte (relembre o caso no fim da matéria).
Na nota enviada à imprensa, a Porsche prestou condolências aos familiares de Pedro Kaique, reafirmou seu comprometimento com a segurança nas estradas e deixou uma mensagem de apoio para os familiares das vítimas (confira a nota na íntegra no fim da matéria).
Além do acidente deste fim de julho, outros dois casos recentes envolvendo carros da Porsche repercutiram na mídia nacional: em dezembro de 2023,
Já no fim de março de 2024, Fernando Sastre de Andrade filho, de 24 anos,
Confira a nota da Porsche na íntegra:
"É com profundo pesar que a Porsche lamenta o acidente que vitimou Pedro Kaique Figueiredo. Apresentamos nossas mais sinceras condolências à sua família e amigos.
A Porsche Brasil reafirma seu comprometimento com a segurança nas estradas e o respeito às normas estabelecidas no Código Nacional de Trânsito. A empresa não possui qualquer vínculo com o motorista envolvido no acidente.
Investimos extensivamente em programas de treinamento de condução como forma de ampliar a segurança no uso dos automóveis. Oferecemos também um amplo portfólio de oportunidades para utilização dos veículos em ambientes seguros e controlados.
Que a lembrança deste e de outros trágicos acontecimentos inspire a reflexão e a promoção de uma conduta mais segura e responsável.”
Acidente com Porsche termina em morte em SP
O acidente aconteceu na madrugada dessa segunda-feira (30), na Av. Interlagos, por volta da 1h da manhã, quando Pedro voltava, de moto, da casa da irmã. Ele foi
De acordo com imagens do circuito de segurança do local do acidente, o condutor do veículo de luxo teria perseguido e atropelado Pedro Kaique Ventura Figueiredo.
Pedro trabalhava com o pai como auxiliar de transporte escolar. Nas horas vagas, fazia entregas por aplicativo. Ele era casado e pai de um menino de três anos.
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