O setor de proteína animal do Brasil alcançou marcas inéditas no segundo mês de 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgados nesta sexta-feira (6), as
O desempenho representa uma alta de 5,3% em relação a 2025. Em termos financeiros, o crescimento foi ainda mais expressivo com salto de 8,6%, atingindo US$ 945,4 milhões, consolidando o melhor primeiro bimestre de todos os tempos para a avicultura nacional.
China retoma o topo e Europa acelera
Após oscilações recentes, a China reassumiu o posto de principal destino da carne de frango brasileira, com 49,4 mil toneladas importadas em fevereiro. Outro destaque foi o forte avanço da União Europeia, que aumentou suas compras em 46,3%.
De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, o cenário atual marca a superação definitiva dos entraves comerciais causados pelo foco de Influenza Aviária registrado em maio de 2024.
“Os efeitos foram superados e devem influenciar positivamente os próximos meses. Isso comprova a forte demanda internacional pela proteína do Brasil”, avaliou Santin.
Desempenho por estado
O Paraná segue isolado na liderança da produção para exportação, sendo responsável por quase metade do volume nacional:
- Paraná: 211 mil toneladas (+13,3%)
- Santa Catarina: 104,6 mil toneladas (-1,9%)
- Rio Grande do Sul: 61,1 mil toneladas (-12,4%)
- São Paulo: 28,8 mil toneladas (+6,4%)
Novo mercado: Ilhas Salomão
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