A CNN Brasil inicia em fevereiro a ampliação de sua cobertura setorizada voltada aos segmentos que sustentam o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A partir do dia 9 de fevereiro, a emissora oficializa a estreia do CNN Agro, novo núcleo editorial dedicado ao agronegócio, com atuação multiplataforma no canal principal da CNN Brasil, no CNN Money e nas plataformas digitais.
A proposta do CNN Agro vai além das coberturas tradicionais voltadas a nichos técnicos. A nova vertical nasce com a missão de aproximar o campo da cidade, levando informações sobre o agronegócio a um público urbano e ampliando o entendimento sobre um setor estratégico da economia nacional.
A plataforma foi estruturada para dialogar tanto com quem atua diretamente no setor quanto com consumidores dos produtos do agro. Além de conteúdos em vídeo, a iniciativa inclui uma página exclusiva no portal da CNN Brasil dedicada ao tema.
A criação do CNN Agro amplia a grade da emissora e aprofunda a cobertura sobre o agronegócio, integrando jornalismo, análise econômica e dados de mercado. O lançamento faz parte de um plano de expansão editorial coordenado por Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, que passa a supervisionar as verticais de Agronegócio e Infraestrutura, consolidando a estratégia de inteligência de dados do grupo.
Para o mercado publicitário, a coordenação de Rittner sinaliza rigor técnico e editorial. Com mais de duas décadas de experiência na cobertura de economia, políticas públicas e marcos regulatórios, o diretor afirma que o objetivo é elevar o nível da informação setorial. “Queremos transformar informação em inteligência estratégica para o país”, destaca.
A integração entre a apuração política em Brasília e a realidade logística e produtiva do campo amplia o alcance da cobertura sobre temas como comércio exterior, sustentabilidade, crédito e investimentos. Segundo a emissora, o diferencial está na abordagem integrada, que permite acompanhar de perto o debate regulatório e as políticas públicas que impactam o setor.
Do ponto de vista comercial, a criação do CNN Agro representa uma evolução no modelo de oferta da emissora. De acordo com Bruno Bianchini, vice-presidente Comercial da CNN Brasil, a nova vertical fortalece a proposta de valor da marca ao entregar audiência qualificada e contexto editorial relevante. “O agronegócio dialoga diretamente com o mercado financeiro, com infraestrutura e com inovação, criando um ambiente potente para marcas que buscam relevância e credibilidade”, afirma.
A operação editorial diária do CNN Agro será liderada pela jornalista Fernanda Pressinott, especialista em agronegócio, com experiência na intersecção entre o setor produtivo e o mercado financeiro. Ela comandará a cobertura multiplataforma no CNN Brasil e no CNN Money, à frente de uma equipe de jornalistas especializados.
Novo telejornal: CNN AgroNews
O principal produto da nova vertical será o CNN AgroNews, telejornal do CNN Money apresentado por Isadora Camargo. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 13h, com foco em mercado e nas principais notícias do agronegócio. A atração contará com entrevistas com executivos do setor e análises sobre os fatores que impactam a cadeia produtiva.
Para as marcas, o formato foi concebido como um hub de informação qualificada, permitindo inserções que vão além do intervalo comercial tradicional e viabilizando projetos de branded content alinhados a temas como gestão, governança e inovação.
Integração com a grade da CNN Brasil
A programação da CNN Brasil e do CNN Money também passa a contar com formatos diários dedicados ao agronegócio. Um deles é o Conexão Agro, quadro exibido de segunda a sexta-feira dentro dos telejornais CNN Novo Dia e CNN Prime Time. O espaço abordará tendências, tecnologias e políticas públicas do setor, com curadoria da equipe do CNN Agro.
Segundo Virgílio Abranches, vice-presidente de Jornalismo, Conteúdo e Operações da CNN Brasil, a iniciativa busca qualificar o debate sobre o agronegócio no país. “Vamos levar à sociedade brasileira informações que muitas vezes não chegam ao grande público, conectando produção, estratégia de negócios e centros de investimento”, afirma.