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Entenda como a hidratação influencia a pressão arterial e a saúde cardiovascular

Saiba por que manter o corpo hidratado ajuda a preservar o funcionamento do sistema cardiovascular e reduz riscos relacionados à pressão arterial

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Beber pouca água afeta a função renal
Beber pouca água afeta a função renal • Freepik

Manter uma boa hidratação vai muito além de matar a sede. Segundo especialistas, a quantidade de água no organismo desempenha um papel importante na saúde do coração e pode contribuir para manter a pressão arterial mais estável ao longo do tempo.

Quando o corpo perde mais líquidos do que recebe, ocorre a desidratação. Nesse cenário, o organismo libera a vasopressina, um hormônio que reduz a eliminação de água pelos rins e provoca a contração dos vasos sanguíneos. Esse mecanismo ajuda a preservar o volume de sangue circulante, mas também pode elevar a pressão arterial.

De acordo com especialistas ouvidos pelo site de notícias Infobae, a hidratação adequada favorece o equilíbrio do sistema cardiovascular porque mantém o volume sanguíneo necessário para que o coração trabalhe com menos esforço. Além disso, auxilia no transporte de oxigênio e nutrientes para todo o corpo.

O que acontece quando falta água no organismo?

A perda de líquidos pode afetar diretamente a circulação. Com menos sangue disponível para ser bombeado, o coração precisa compensar esse desequilíbrio. Ao mesmo tempo, hormônios como a vasopressina e o sistema renina-angiotensina são ativados para tentar normalizar a pressão.

Embora esse seja um mecanismo natural de defesa, a desidratação frequente pode sobrecarregar o sistema cardiovascular e favorecer oscilações da pressão arterial, principalmente em pessoas mais vulneráveis.

Hidratação ajuda, mas não substitui o tratamento

Os especialistas ressaltam que beber água regularmente faz parte de um estilo de vida saudável, mas não deve ser encarado como um tratamento para hipertensão.

Pessoas com pressão alta precisam seguir as orientações médicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física e utilizar os medicamentos prescritos quando necessário. A hidratação funciona como uma aliada desses cuidados, e não como substituta.

Quantidade ideal varia de pessoa para pessoa

Não existe uma quantidade única de água que sirva para todos. A necessidade diária depende de fatores como idade, peso, nível de atividade física, temperatura ambiente e condições de saúde.

Também é importante lembrar que parte da hidratação vem dos alimentos, especialmente frutas, verduras, legumes e sopas.

Para pessoas com doenças cardíacas, insuficiência renal ou outras condições que exigem controle da ingestão de líquidos, qualquer mudança deve ser feita com orientação médica.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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