Poke em Belo Horizonte: 10 endereços confirmados para comer bem

Do bowl raiz do Havaí às versões mineiras, sem perder o frescor

Poke em Belo Horizonte: 10 endereços confirmados para comer bem

O poke nasceu no Havaí como comida cotidiana de pescadores. O nome significa cortar em pedaços, e a receita original era simples: peixe cru fresco, tempero leve e consumo imediato. Não havia montagem elaborada nem excesso de ingredientes. Era comida prática, feita para sustentar sem pesar. Com o tempo, o prato ganhou arroz, molhos e combinações urbanas, virou fenômeno mundial e encontrou espaço nas grandes cidades brasileiras.

Em Belo Horizonte, o poke cresceu porque resolve uma demanda real: refeição rápida, fresca e personalizável. Hoje já existem casas especializadas e restaurantes que mantêm o bowl como parte fixa do cardápio. Veja abaixo 10 endereços ativos na cidade onde o poke já faz parte da rotina gastronômica.

Mana Poke
Avenida dos Bandeirantes, 1725, Anchieta

Poke Up Serra
Rua do Ouro, 395, Serra

Poke Up Paquetá
Avenida Presidente Tancredo Neves, 4120, Paquetá

Aloha Poke Savassi
Rua Alagoas, 601, Savassi

Aloha Poke Pampulha
Avenida Guarapari, 319, Santa Amélia

Aloha Poke Coração Eucarístico
Rua Dom José Gaspar, 967, Coração Eucarístico

Hayashi Sushi
Rua Elson Nunes de Souza, 161, Castelo

Beach Poke
Rua Laplace, 255, Santa Lúcia

Poke 2Go
Praça das Constelações, 95, Santa Lúcia

Engenheiros
Avenida Afonso Pena, 3573, Serra

Por que o poke encaixou tão bem em Belo Horizonte

Poke em Belo Horizonte: 10 endereços confirmados para comer bem

Belo Horizonte sempre valorizou comida que resolve a rotina sem abrir mão de sabor. O poke se encaixou porque entrega exatamente isso. Ele é rápido, leve e permite combinações próprias, algo que conversa com o jeito da cidade de comer sem formalidade, mas com critério. Em vez de substituir pratos tradicionais, ele entrou como alternativa para o almoço corrido, o jantar leve ou a pausa entre compromissos.

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Outro fator é que o bowl acompanha uma mudança no comportamento alimentar urbano. O público passou a buscar refeições menos pesadas no dia a dia, mas ainda quer sustância. O poke resolve essa equação e por isso deixou de ser novidade para virar escolha frequente.

Do peixe cortado no cais ao bowl da cidade

Mesmo com adaptações modernas, o poke continua carregando a lógica original: ingrediente fresco, corte limpo e montagem simples. Quando isso é respeitado, o prato funciona. Quando vira excesso de molho ou mistura sem critério, perde identidade. Nos endereços acima, o poke aparece em versões diferentes, mas todos mantêm a base do conceito.

Isso mostra que o prato já não é tendência passageira em Belo Horizonte. Ele entrou no repertório gastronômico da cidade e passou a ocupar espaço próprio, convivendo com outras cozinhas sem precisar disputar território.

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Profissional de Comunicação. Head de Marketing da Metalvest. Líder da Agência de Notícias da Abrasel. Ex-atleta profissional de skate. Escreve sobre estilo de vida todos os dias na Itatiaia e na CNN Brasil.

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