O governador Romeu Zema (Novo) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a diplomacia do governo petista busca aproximação de ditaduras enquanto se afasta de países democráticos.
Zema participou de agendas no Sul de Minas, na manhã desta sexta-feira (11), e foi questionado sobre os impactos que a
“Eu venho do comércio varejista, onde passei minha vida toda. Cliente que compra da gente, temos que tratar bem. Me parece que está faltando tato deste governo com relação a seus clientes. O mundo todo compra produtos do Brasil e você vai querer questionar coisas que seu cliente faz? É lamentável. Mostra a falta de amadurecimento da diplomacia brasileira, que tem se aproximado de ditaduras e deveria estar se aproximando mais de países democráticos. Pregam tanto a democracia, porque não se aproximam de países democráticos? Será que Cuba ou Venezuela é que são democráticos? Países que o presidente se relaciona tão bem são democráticos? Acho que não. Está faltando coerência deste governo”, afirmou Zema.
Na quinta-feira (10), após culpar Lula, Janja e o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo aumento determinado por Trump,
‘Governo Lula coaduna com crime organizado’
O governador participou na manhã desta sexta-feira (11) da inauguração de uma delegacia especializada na repressão de crimes rurais em Varginha, no Sul de Minas. “A produção agropecuária, desde o início da minha gestão, tem sido o carro chefe e a atividade que mais cresce no estado. Ano passado, pela primeira vez na história, tivemos as exportações do agro superando a da mineração”, afirmou Zema.
Ele disse ainda que o governo Lula não toma ações práticas contra o crime organizado e adota narrativas que prejudicam as forças de segurança.
“O trabalho da polícia militar e Civil tem trazido bons resultados na vida dos mineiros. Somos um dos estados que tem melhor índice de sensação de segurança. E isso tem ligação com a atração dos novos empreendedores e investidores. Eles sentem que aqui não terão problemas sérios com o crime organizado, uma praga crescente no Brasil, já que temos hoje, infelizmente, um governo federal que parece coadunar com essas organizações. Não faz nenhuma questão de combatê-las. Pelo contrário, um governo que muitas vezes se posiciona contra as forças policiais”, disse o governador.