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STF forma maioria contra a possibilidade de intervenção militar 'constitucional' ou 'poder moderador'

Ação do PDT questiona a interpretação de que as Forças Armadas podem intervir sobre os Poderes da República

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STF termina, com divergências, julgamento sobre Estado indenizar morte por bala perdida | CNN Brasil
STF | CNN Brasil • Créditos: CNN Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na noite desta segunda-feira (1º), contra a possibilidade de intervenção militar "constitucional". A Corte julga em plenário virtual ação para esclarecer os limites da atuação das Forças Armadas dentro da Constituição. Até o momento, são 6 votos a 0.

O relator da ação, ministro Luiz Fux, votou para dizer que a Constituição não permite uma “intervenção militar constitucional” e nem reforça uma ruptura democrática. Acompanharam ele: Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Luiz Edson Fachin, André Mendonça e Gilmar Mendes.

Ação do PDT questiona a interpretação de que as Forças Armadas podem intervir sobre os Poderes da República. O partido contesta três pontos da lei de 1999 que trata da atuação das Forças Armadas. São eles:

  • hierarquia sob autoridade suprema do presidente da República;
  • definição de ações para destinação das Forças conforme a Constituição;
  • atribuições do presidente para decidir a respeito do pedido dos demais poderes sobre o emprego das Forças Armadas.

O julgamento iniciou em plenário virtual na sexta-feira (29), e vai até 8 de abril.

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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.