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Pacheco refuta mal-estar com Haddad após deixar caducar trechos de MP: 'não há afronta'

Presidente do Congresso Nacional reafirmou nesta terça-feira que a desoneração precisa ser discutida por projeto de lei: 'ou há votos para aprovar, ou não há'

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Rodrigo Pacheco lamenta mortes da tripulação de helicóptero dos Bombeiros de Minas Gerais • Jonas Pereira | Agência Senado

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), rejeitou que haja um mal-estar entre ele, o ministro Fernando Haddad e o Governo Lula (PT) após a decisão de permitir que caducassem trechos da medida provisória (MP), garantindo a retomada da desoneração da folha de pagamento dos municípios. “Não há afronta, não há irresponsabilidade fiscal”, afirmou Pacheco nesta terça-feira (2).

O presidente afirmou também que caberá ao governo construir apoio entre base e oposição para conseguir aprovação do texto. “Ou há votos para aprovar o projeto de lei, ou não há e o governo precisará construir um novo modelo para arrecadação”, concluiu.

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Repórter de política em Brasília. Na Itatiaia desde 2021, foi chefe de reportagem do portal e produziu série especial sobre alimentação escolar financiada pela Jeduca. Antes, repórter de Cidades em O Tempo. Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais.