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ONU: 31 pessoas morreram de fome em Gaza

Um relatório do Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários apontou que a fome está instalada na Faixa de Gaza, e que, ao menos 31 pessoas morreram, entre as quais 27 crianças por malnutrição

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Palestinos tentam deixar a Faixa de Gaza
Palestinos tentam deixar a Faixa de Gaza • Pixabay

O Ministério das Relações Exteriores saudou neste sábado (30) a decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ) que instituiu medidas cautelares para que Israel adote ações necessárias, em cooperação com as Nações Unidas, para garantir o fornecimento de serviços básicos e de assistência humanitária aos palestinos que vivem na Faixa de Gaza, incluindo o aumento de pontos de travessia terrestre. O processo na CIJ foi instaurado pela África do Sul contra Israel, com base na Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio.

A Corte também pediu para que Israel garanta que os militares não violem os direitos da população palestina em Gaza, por meio de ações que impeçam o acesso à ajuda humanitária, e estipulou prazo de um mês para que Israel apresente um relatório sobre a implementação das medidas indicadas. “O governo brasileiro espera que possam resultar em urgente alívio humanitário para Gaza e em ambiente de diálogo político que permita um cessar-fogo definitivo, a libertação imediata de todos os reféns e a retomada de negociações para a solução de dois Estados, com um Estado da Palestina economicamente viável convivendo lado a lado com o Estado de Israel, em paz e segurança, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas”, afirmou o Itamaraty, em comunicado.

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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.