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Na Cop, Alckmin fala sobre corte de gastos e promete que déficit zero será mantido

Vice-presidente garante cumprimento do arcabouço fiscal e destaca importância da política fiscal rigorosa para o desenvolvimento econômico do Brasil

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PT) reiterou o compromisso do governo brasileiro com o cumprimento rigoroso do arcabouço fiscal durante sua participação na COP28, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Em declarações feitas no evento, Alckmin enfatizou que o Brasil manterá a meta de déficit primário zero, alinhando-se às diretrizes econômicas estabelecidas pela administração do presidente Lula.

Alckmin relatou ter participado de uma reunião 'muito proveitosa' na sexta-feira passada, onde o presidente Lula deixou claro o compromisso do país com a responsabilidade fiscal. 'O Brasil cumprirá rigorosamente o arcabouço fiscal, ou seja, déficit primário zero. Então é compromisso do governo a questão do arcabouço fiscal', afirmou o vice-presidente.

Flexibilidade no aumento do salário mínimo

Quando questionado sobre a possibilidade de limitar o aumento do salário mínimo aos 2,5% previstos no arcabouço fiscal, Alckmin indicou que não há obrigatoriedade nesse sentido, sugerindo uma abordagem mais flexível em relação a essa questão específica.

Sobre as providências relacionadas aos militares e o limite estabelecido pelo arcabouço, o vice-presidente delegou os detalhes ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 'Quem vai detalhar a maneira como se vai fazer esta redução de despesa é o ministro da Fazenda Fernando Haddad', explicou Alckmin.

Política fiscal rigorosa para o desenvolvimento econômico

Alckmin ressaltou a importância de uma política fiscal rigorosa para o país. 'O que é importante é ficar claro que o Brasil terá uma política fiscal rigorosa. Isso vai nos permitir uma política monetária melhor para o desenvolvimento com menor taxa de juros', concluiu o vice-presidente, estabelecendo uma conexão direta entre a disciplina fiscal e o potencial para redução das taxas de juros, visando impulsionar o crescimento econômico do Brasil.

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