Lula indica que não deve interferir a favor de Ricardo Cappelli no Ministério da Justiça
Presidente quer que ministros montem suas próprias equipes. Nesta quinta (11), ele anunciou Lewandowski no comando da pasta, no lugar de Flávio Dino

A permanência de Ricardo Cappelli na Secretaria-Executiva do Ministério da Justiça e Segurança Pública é incerta com a troca do comando a pasta — Ricardo Lewandowski assume no lugar de Flávio Dino. Após reunião com Dino no Palácio da Justiça nesta quinta-feira (11), Cappelli negou que tenha pedido de demissão e indicou que permanecerá no cargo, pelo menos, até a transição para Lewandowski.
Durante o anúncio da mudança, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou que não deverá interferir pela permanência de Capelli, peça-coringa para o governo no ano passado. "Eu, normalmente, não tenho por hábito indicar ninguém em nenhum ministério. Quero que as pesoas montem os próprios times", afirmou o petista.
O decreto com a a nomeação de Lewandwoski será publicado apenas no próximo 19 de janeiro, sexta-feira. A posse do ministro está marcada para 1º de fevereiro, quando, então, começarão as discussões sobre os rumos da Justiça. "Vamos discutir, a partir de então, quem entra, quem sai e quais são as dificuldades", ponderou Lula.
Repórter de política em Brasília. Na Itatiaia desde 2021, foi chefe de reportagem do portal e produziu série especial sobre alimentação escolar financiada pela Jeduca. Antes, repórter de Cidades em O Tempo. Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio




