Justiça determina recomposição de quadros do Samu em BH após demissões
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte e aguarda retorno

A Justiça de Minas Gerais determinou a manutenção do restabelecimento da composição assistencial anteriormente adotada nas Unidades de Suporte Básico (USB) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Belo Horizonte.
A decisão rejeitou um pedido de suspensão da decisão de primeira instância por parte da prefeitura da capital nesta segunda-feira (18). No mês passado, foram encerrados contratos de 33 técnicos que trabalhavam no município desde a pandemia de Covid-19.
A determinação manteve a tutela de urgência concedida pela 2ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal de Belo Horizonte, em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Minas Gerais.
No documento, a desembargadora Mônica Aragão, relatora da matéria, entendeu que permanecem válidos os fundamentos da primeira instância para garantir a composição das equipes nas ambulâncias do serviço.
Com a decisão, a prefeitura tem agora 15 dias úteis para cumprir a medida, prazo revisto pela magistrada frente aos cinco dias impostos pela primeira instância. O recurso ainda será analisado pela Turma Julgadora.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte e aguarda retorno.
Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.



