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Flávio Bolsonaro promete reduzir número de ministérios de 39 para 27 caso eleito

As declarações ocorreram em entrevista à CNN Brasil, no fim da tarde desta sexta-feira (8)

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Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro • Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu reduzir o número de ministérios existentes no governo federal caso seja eleito presidente nas eleições deste ano. O parlamentar, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), defendeu que diminuirá o número de pastas para 27, ante as 39 atuais. As declarações ocorreram em entrevista à CNN Brasil, no fim da tarde desta sexta-feira (8).

Flávio Bolsonaro, ainda na entrevista, “lamentou” a operação que mirou Ciro Nogueira (PP) no âmbito do caso do Banco Master e ressaltou que o colega de Senado poderá se defender das acusações, as quais ele considera “graves”, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele negou que tenha tentado angariar apoio do correligionário, mas defendeu que buscará unir forças com a federação que ele representa, do União Brasil com o PP.

“A gente lamenta o que aconteceu. O senador Ciro Nogueira, que é o presidente do PP, são acusações graves, mas tem a sorte de ter na relatoria de seu caso no Supremo um ministro que não vai perseguir ninguém. Vai se defender. Não estamos negociando apoio de Ciro Nogueira, mas o apoio da federação. São bancadas grandes, dezenas de parlamentares”, declarou.

Política externa

Questionado sobre como seria sua condução da política externa brasileira caso eleito, Flávio Bolsonaro alegou que ela será “pragmática” e “a favor do povo brasileiro”. “Não tenho problema nenhum em sentar para conversar com os Estados Unidos ou com a China”, disse.

Sobre a reunião entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, que ocorreu nessa quinta-feira (7), Flávio disparou acusações contra o adversário e afirmou que ele “perdeu a oportunidade” de trazer algo concreto para o Brasil.

“Fala mais uma vez para seus eleitores do Comando Vermelho, do PCC. Na véspera da eleição ele fala que vai começar a combater o crime organizado. Isso é um vexame para o Brasil”, disse.

STF

Por fim, o senador ainda falou sobre como seria sua relação com o Supremo Tribunal Federal (STF) caso assuma a cadeira no Palácio do Planalto. “Após tudo que vem acontecendo nos últimos meses, quero que o STF volte a respeitar a constituição como um todo. Cada dia que passa está mais clara a farsa que foi armada contra Jair Bolsonaro”, concluiu.

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