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Desemprego cai para 5,6% e volta ao menor patamar da série histórica, aponta IBGE

Governo atribui resultado à estabilidade econômica; número de brasileiros em busca de trabalho cai para cerca de 6 milhões

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A região da América Latina e Caribe pertence ao bloco de regiões do mundo que conseguiram reduzir suas taxas de desemprego
Desemprego cai para 5,6% e volta ao menor patamar da série histórica, aponta IBGE • Agência Brasil

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice retorna ao menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, repetindo a média registrada ao longo de 2025.

Os dados mostram a continuidade da melhora no mercado de trabalho nos últimos anos. No mesmo período de 2022, a taxa de desocupação era de 9,8%, quando cerca de 10 milhões de brasileiros procuravam emprego. Agora, esse contingente caiu para aproximadamente 6 milhões de pessoas, o menor nível desde o início da série histórica da pesquisa.

Além da redução do desemprego, o levantamento aponta aumento da renda dos trabalhadores. Entre março e maio deste ano, o rendimento real médio ficou 20% acima do registrado no mesmo período de 2022, indicando avanço do poder de compra das famílias.

Para o ministro da Fazenda, Dario Durigan, os números refletem os efeitos da política econômica adotada pelo governo: "Os dados mostram que o Brasil segue criando empregos, reduzindo o desemprego e elevando a renda da população. Esse desempenho é resultado de uma política econômica baseada em estabilidade, previsibilidade e equilíbrio, que fortalece a confiança, estimula investimentos e cria condições para que a economia continue gerando oportunidades para os brasileiros", afirmou.

Em nota, o Ministério da Fazenda disse que os indicadores reforçam o compromisso do governo com uma política econômica voltada para a estabilidade, o crescimento sustentável e a geração de emprego e renda. Os dados da Pnad Contínua são acompanhados pelo mercado e pelo governo como um dos principais indicadores da atividade econômica e do comportamento do mercado de trabalho no país.

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Aline Pessanha é jornalista, com Pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela FACHA - RJ. Possui passagem pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, como repórter de TV e de rádio, além de ter sido repórter na Inter TV, afiliada da Rede Globo.