‘Eleição de 2026 sem Jair Bolsonaro é escancarar a ditadura no Brasil’, diz ex-presidente
Bolsonaro afirmou que lideranças da direita estão sendo perseguidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encerrou seu discurso no ato pela anistia dos presos de 8 de janeiro, na tarde deste domingo (6), na Avenida Paulista, que a sua inelegibilidade nas eleições de 2026 vai “escancarar que o Brasil vive uma ditadura”.
“Se o voto é alma da democracia, a contagem pública do mesmo se faz necessária. Aqui, apesar do momento difícil, a gente consegue recarregar as baterias e se preparar para novas batalhas. Com a certeza que a vitória virá”, disse Bolsonaro.
No meio do discurso, Bolsonaro afirmou que espera um Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mais “isento” em 2026 e disse que a “perseguição às lideranças da direita” vai acabar no ano que vem.
Em 2026, o TSE será presidido pelo ministro Kassio Nunes Marques, que foi indicado para o Supremo pelo ex-presidente Bolsonaro. Kassio deve assumir o comando da corte eleitoral em agosto do ano que vem.
O TSE é formado por sete juízes: três integrantes do STF, dois membros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas da classe dos advogados.
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.



