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Como funcionam as eleições para presidente da Câmara e do Senado? Decisão ocorre hoje

Pleito será realizado neste sábado (1º); Lira e Pacheco deixam cargos

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Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo • Arquivo | Agência Brasil

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal elegem neste sábado (1º) seus novos presidentes, vice-presidentes e secretários para o biênio 2025-2026.

Atuais presidentes das Casas, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) deixam os comandos da Câmara e do Senado, respectivamente.

Câmara dos Deputados

Quem compõe a Mesa?

Ao todo, 11 deputados integram a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados:

  • Presidente
  • 1º vice-presidente
  • 2º vice-presidente
  • 1º secretário
  • 2º secretário
  • 3º secretário
  • 4º secretário
  • Suplentes

O presidente é eleito primeiro. Veja as etapas:

  • De acordo com o regulamento da Câmara, a presidência é o primeiro cargo a ser definido.
  • As demais posições só são preenchidas após a escolha do novo presidente.
  • A votação é secreta e registrada por meio da urna eletrônica.
  • O candidato precisa obter a maioria absoluta dos votos (mais da metade dos 513 deputados votantes) para ser eleito.
  • Se nenhum candidato alcançar esse número no primeiro turno, ocorre um segundo turno entre os mais votados, e o vencedor assume o cargo.

O vice-presidente, o secretariado e os suplentes são eleitos por um sistema diferente. Ainda segundo o regimento da Câmara, a Mesa deve apresentar uma “representação proporcional dos partidos ou blocos parlamentares que participem da Câmara”.

E no Senado Federal?

Assim como na Câmara, 11 senadores integram a Mesa Diretora do Senado. Os cargos da Mesa são preenchidos de acordo com a hierarquia de cada posto. As etapas:

  • O primeiro cargo a ser escolhido é o de presidente.
  • Em seguida, são eleitos os vice-presidentes.
  • Depois, ocorrem as escolhas dos secretários.
  • Por fim, são definidos os suplentes.

À presidência, cargo mais importante da Mesa, qualquer senador pode se candidatar. Embora as candidaturas avulsas sejam liberadas, são incomuns e não costumam receber muitos votos, pois não são construídas sobre acordos partidários pré-acertados.

Definidos os candidatos, todos os 81 senadores fazem seus votos. Diferentemente do modelo utilizado na Câmara, onde adota-se a urna eletrônica, o pleito no Senado utiliza cédulas impressas. Ambas as votações são secretas, e é eleito o candidato que receber ao menos 41 votos.

Quem são os favoritos?

Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP) já conquistaram os apoios necessários para vencer os pleitos na Câmara e no Senado, respectivamente.

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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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