Cigarros eletrônicos: Anvisa abre consulta pública sobre proibição no Brasil
Apesar de amplo uso, dispositivos são proibidos no país desde 2009

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) abriu, nesta terça-feira (12), uma consulta pública sobre o uso de cigarros eletrônicos no Brasil. Por dois meses, os brasileiros poderão opinar se o país deve ou não manter o veto ao comércio, fabricação e importação dos chamados DEFs (dispositivos eletrônicos para fumar)
Apesar de amplamente comercializados, os cigarros eletrônicos — ou vapes, como são chamados — são proibidos no Brasil desde 2009 pela Anvisa. À época, o órgão decidiu pela proibição porque não havia dados científicos que comprovassem a segurança desses dispositivos.
A participação na consulta pública deve ser feita por formulário eletrônico. Clique aqui para acessar o site da Anvisa e participar da consulta.
OS DISPOSITIVOS
Também conhecidos como cigarros eletrônicos, e-cigarettes, tabaco não aquecido, pods, entre outros, os DEFs consistem em diversos equipamentos e tecnologias. Em sua maioria, são compostos por um dispositivo com bateria recarregável e refis para uso.
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Desde os primeiros DEFs surgidos em 2003, houve várias mudanças, incluindo produtos descartáveis, de uso único, recarregáveis e refis abertos ou fechados.
Em 2009, a Anvisa proibiu todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar, conforme a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 46, de 28 de agosto daquele ano. Essa proibição abrange a comercialização, importação e propaganda de qualquer dispositivo eletrônico para fumar.
É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.



