Seu cachorro está se exercitando o suficiente? Especialistas fazem alerta
Caminhadas são importantes para os cães, mas idade, raça, energia, saúde e estímulos mentais também determinam quanto exercício um animal realmente precisa

Um passeio diário pode fazer parte da rotina de um cachorro, mas não é necessariamente suficiente para atender todas as necessidades físicas e mentais do animal. Apenas contar os minutos de caminhada ou a distância percorrida não é a melhor maneira de avaliar se um cão está recebendo atividade suficiente, segundo um conteúdo publicado pelo site Times of India.
A publicação usa como exemplo Logan, um cachorro que sai todos os dias às 7h30 para uma caminhada de aproximadamente 25 minutos. O trajeto costuma passar pelas mesmas ruas e até por uma árvore que o animal já conhece. Apesar de a rotina ser positiva, a questão levantada é se apenas esse passeio é capaz de oferecer tudo o que o cão precisa.
Nem todo cachorro precisa do mesmo tipo de exercício
De acordo com o conteúdo, cães não percebem a atividade física apenas em termos de tempo ou distância. Explorar o ambiente, brincar, se movimentar, interagir e receber estímulos também fazem parte de uma rotina saudável.
As necessidades podem variar bastante de um animal para outro. Idade, raça, nível de energia, condições de saúde e temperamento são alguns dos fatores que influenciam a quantidade e o tipo de atividade necessária.
Para alguns cães, uma caminhada pelo bairro pode ser suficiente para mantê-los ativos. Outros podem precisar que o passeio seja combinado com brincadeiras, treinamento, exploração de ambientes diferentes, interação social e atividades que estimulem a mente.
Passeio também pode ser uma experiência de estímulos
Uma caminhada não precisa ser apenas uma forma de fazer o cachorro gastar energia. O contato com diferentes ambientes, cheiros e situações também pode contribuir para a estimulação do animal.
Por isso, variar as experiências pode ser importante. O conteúdo destaca que um bom passeador de cães exerce uma função que vai além de simplesmente levar o animal para a rua. Ele pode oferecer movimento, companhia, estímulos e regularidade na rotina.
Esse profissional também pode conhecer melhor o comportamento e a personalidade do cachorro e perceber pequenas mudanças que poderiam passar despercebidas pelos tutores.
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



