Em meio a um julgamento inédito sobre a responsabilidade das redes sociais em
A Meta, empresa responsável pelo
Inicialmente, as notificações começarão a ser implementadas nas próximas semanas nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá. A expansão para outros países está prevista para o fim do ano. A companhia afirmou ter adotado uma abordagem cautelosa, mesmo que isso resulte no envio de alertas em situações sem indícios concretos de risco.
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Os alertas funcionarão para pais que utilizam as ferramentas de supervisão do Instagram. Assim, eles receberão avisos por e-mail, SMS ou Whatsapp, além de notificações no próprio aplicativo. Segundo a Meta, também serão disponibilizados recursos elaborados por especialistas para auxiliar em conversas consideradas difíceis com os filhos.
A plataforma já bloqueia pesquisa a suicídio e autolesão, além de redirecionar usuários a linhas de apoio e organizações especializadas. O novo sistema busca identificar casos em que adolescentes tentem contornar as restrições de forma persistente, de acordo com a empresa.
Julgamentos das redes sociais
O anúncio acontece em um momento de tensão jurídica. É a primeira vez que donos e representantes de plataformas são julgados pela possibilidade de causar dependência em criaças e adolescentes. O CEO da Meta, Marck Zuckerberg, presto depoimento, neste mês de fevereiro, em um
A Meta também enfrenta uma iniciativa global para restringir o acesso de crianças e adolescentes às rede sociais. Em dezembro do ano passado, a Austrália proibiu o uso dessas plataformas por menores de 16 anos. Países como França, Dinamarca, Espanha e Reino Unido avaliam medidas semelhantes.
*Com informações da AFP.