Ministro da Venezuela diz que EUA mataram maioria dos seguranças de Maduro

Operação estadunidense no país foi a maior desde a Segunda Guerra, segundo Trump

Maduro foi capturado pelo exército dos EUA na manhã desse sábado (3)

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou neste domingo (4) que “grande parte” da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta durante a operação dos Estados Unidos nesse sábado (3).

Durante pronunciamento feito em vídeo, o ministro disse que a incursão resultou em “assassinato a sangue frio de grande parte de sua equipe de segurança, soldados e civis inocentes”, conforme apurado pela CNN.

No sábado, Vladimir informou que o país está coletando informações sobre mortos e feridos no ataque e que resistirá à presença de tropas estrangeiras em solo venezuelano. “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, pontuou.

Ataque dos Estados Unidos à Venezuela

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sábado a realização de uma operação que capturou o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, a deputada federal Cília Flores, após ataque à capital do país, Caracas.

O casal foi levado aos Estados Unidos para julgamento sobre uma possível “conspiração narcoterrorista”, além do transporte ilegal de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.

Foram registrados bombardeios em Caracas durante a madrugada do último sábado, às 5h21 no horário local. Os ataques atingiram a base militar de Forte Tiuna, onde estava Maduro, a base aérea de La Carloto, o porto de La Guaira e o aeroporto de Higuerote.

Segundo Trump, essa foi a maior operação militar realizada desde a Segunda Guerra Mundial. O presidente acompanhou toda a ação em tempo real no seu gabinete.

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Gustavo Monteiro é estagiário do Portal Itatiaia e estudante de jornalismo na UFMG. Natural de Santos-SP, possui passagens pela Revista B&R e Secretaria do Estado de Minas de Comunicação Social.

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