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Homem que usava corrente metálica morre ao ser sugado por máquina de ressonância nos EUA

O homem, de 61 anos, morreu na última quinta-feira (17), após ficar internado no hospital em estado crítico por um dia

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Foto mostra aparelho de ressonância magnética
17 operadoras de planos de saúde e quatro associações de saúde foram notificadas pela Senacon • Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Um homem morreu durante a execução de uma ressonância magnética em uma clínica em Long Island, nos Estados Unidos. Segundo a CNN, o homem foi puxado para dentro da máquina porque usava uma 'grande corrente metálica' no pescoço.

O homem, de 61 anos, morreu na última quinta-feira (17), após ficar internado no hospital em estado crítico por um dia.

Segundo a polícia, o homem entrou na sala onde estava sendo feito o exame sem autorização e, por estar usando uma corrente metálica, foi puxado para dentro do aparelho.

O homem foi identificado como Keith McAllister. A esposa dele, Adrienne Jones-McAllister, era quem estava passando pela ressonância.

A mulher estava fazendo o exame e pediu ao técnico que chamasse o marido para ajudá-la a se levantar. O homem foi e, como ele estava com a corrente metálica, foi puxado para dentro da máquina.

O caso é investigado pela polícia.

Vale lembrar que a tecnologia de uma máquina de ressonância magnética consiste, em parte, em ímãs potentes que estimulam prótons dentro do paciente, que é colocado dentro do aparelho. O forte campo magnético é uma ameaça para aqueles que estiverem usando objetos metálicos ou que tenham implantes desses materiais.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.