Os Estados Unidos participarão de uma cúpula da Comunidade do Caribe (Caricom), nesta semana. O país irá defender uma posição comum sobre a Venezuela e manter a pressão sobre Cuba.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rúbio, será o representante do país na cúpula das nações caribenhas, que acontece nesta quarta-feira (25), na pequena nação insular de São Cristóvão e Névis.
As prioridades do presidente estadunidense,
O secretário “reafirmará o compromisso dos Estados Unidos em trabalhar com os Estados-membros da Caricom para aumentar a estabilidade e a prosperidade em nosso hemisfério”, explicou Pigott em um comunicado.
A cúpula da Caricom também abordará a persistente crise no Haiti, um país pobre e assolado pela violência, onde um conselho de transição recentemente entregou o poder ao primeiro-ministro apoiado pelos
Venezuela
A operação militar dos Estados Unidos que
Durante anos, a Venezuela foi vista pela maioria de seus vizinhos caribenhos como uma fonte de instabilidade, à medida que milhões fugiam de sua economia em ruínas.
Cuba
Por outro lado, nações da comunidades caribenhas mostram-se mais relutantes em cooperar com a pressão dos Estados Unidos sobre
A ilha vem enfrentando uma crise energética que praticamente paralisou sua economia, principalmente depois que Washington cortou o fornecimento de petróleo da Venezuela, principal fornecedora. Além disso, os EUA ameaçaram impor sanções a outros países que vendessem combustível para Cuba.
Marco Rúbio, que tem ascendência cubana, busca derrubar o governo comunista que governa a ilha desde a revolução de 1959. O secretário de Estado mantém contato direto com o governo, segundo declarações do presidente Donald Trump. Ele, inclusive, estaria negociando com o neto de Raúl Castro, Raúl Guillermo Rodríguez Castro.
O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou, nesta segunda-feira (23) em Genebra, o desejo dos Estados Unidos de criar uma “catástrofe humanitária” na ilha.
*Com informações da AFP.