Desaparecida há 24 anos é encontrada em meio a ‘nova vida’ e filha se revolta: ‘Furiosa’

Michele Lyn Hundley Smith é mãe de três filhos que se dedicaram por duas décadas em encontrá-la; caso aconteceu na Carolina do Norte

Michele Lyn Hundley Smith desapareceu em 2001, quando saiu de casa para fazer compras de Natal

Um caso impressionante tomou conta dos jornais dos Estados Unidos na última semana. Uma mulher, mãe de três filhos, na Carolina do Norte, que havia desaparecido há mais de duas décadas, foi encontrada viva, com uma “nova vida”.

Michele Lyn Hundley Smith desapareceu em dezembro de 2001, quando tinha 38 anos. Ela tinha saído da própria casa, na cidade de Eden, para fazer compras de Natal em uma loja de departamento na Virgínia, estado vizinho da Carolina do Norte. A informação foi confirmada pelo Gabinete do Xerife do Condado de Rockingham, segundo o jornal New York Post.

O sumiço da mulher levou várias agências de segurança da Carolina do Norte e em Virgínia, incluindo o FBI, a procurar a mãe de três filhos. Um cartaz de pessoa desaparecida foi distribuído na época, caracterizando o caso como “perigo”, visto que acreditavam que Michele “não abandonaria seus filhos por vontade própria”.

Cartaz de desaparecimento de Michele divulgado em jornais dos Estados Unidos

Mas, aproximadamente 24 anos depois, autoridades dos Estados Unidos divulgaram, na última sexta-feira (23), que a mulher, agora com 62 anos, foi encontrada “viva e bem” em um local não divulgado na Carolina do Norte. O New York Post confirmou que a família de Michele já foi notificada sobre a localização dela e que o paradeiro atual não será compartilhado.

O jornal norte-americano também divulgou trechos de um texto, publico por uma das filhas de Michele, em um perfil nas redes sociais dedicado a encontrar a mãe desaparecida. “Quanto às minhas opiniões e sentimentos sobre minha mãe… Estou extasiada, estou furiosa, estou com o coração partido, estou com uma mistura de emoções! Será que voltarei a ter um relacionamento com minha mãe?”, escreveu.

A filha ainda compartilhou que lembra de toda a dor que sentiu nas últimas duas décadas. “Sinceramente, não sei responder porque nem eu mesma sei. Minha primeira reação seria sim, com certeza, mas aí penso em toda a dor… Mas mesmo assim, minha mãe é apenas humana, assim como todos nós”, escreveu.

O motivo do desaparecimento de Michele não foi divulgado.

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.

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